Morto-vivo: Germano

Minha coluna para a Placar de agosto trata de um jogador de história bem curiosa. Germano nasceu no interior de Minas. Sem jogar um futebol excepcional, ele acabou indo parar no Milan, numa época em que essas transações internacionais eram para muito poucos jogadores.

Na Itália, o nada galã Germano deixou uma mulher completamente apaixonada. E ela era uma milionária, filha de um conde magnata dos helicópteros. O conde proibiu o romance, segundo alguns por puro racismo. Mas o casamento aconteceu de qualquer jeito numa capela da Escócia, em 1967.

A união durou pouco. E a vida de Germano, também.

Comentários

Há muito que eu acho essa uma das melhores seções da Placar a cada mês, e fico feliz de ter sido uma das pessoas a sugerir que ela fosse para a última página da revista, para fechar cada edição com chave de ouro. Parabéns por esse trabalho!
germano disse…
olha gostei muito de vcs terem feito uma materia mesmo que pequena da vida
do meu primo germano sales,pq muitos hoje nao conhecem..eu sou erick germano e moro nos estados unidos e seguindo a tradiçao da familia jogo aqui..muito boa esta materia parabens!!!

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