
O perfil para a revista
Placar de setembro (o ano está acabando!) vai para Roberto Batata. Ex-ponta-direita e ídolo da torcida cruzeirense, o final de sua vida parece a tragédia de um filme improvável. Ele faleceu de saudade da mulher e da filha. Um chevete verde desgovernado foi o golpe fatal.
Nessa série para a
Placar já descrevi várias mortes de jogadores em acidentes de carro. Mas a morte de Roberto Batata tem um que de romantismo...
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