Síndrome de CNN

Assisto tanto a CNN International que me sinto íntimo de alguns de seus apresentadores. Já elegi a mais bela (Zain Verjee), me divirto com o mais engraçado (Richard Quest) e sei de cor o nome de cada um daqueles repórteres malucos que andam de carro nas ruas de Bagdá ou se enfiam no olho do furacão. A CNN virou mais do que uma rede de TV. Virou uma instituição. A BBC é mais ousada em suas reportagens de campo. Mas a CNN é mais confortável.

Comentários
Começo a acreditar q, na verdade, vc não dorme nunca! rs
bjs
Pelo visto não é só você que não vai dormir sem antes passar pela CNN.
Update: Acabei de ver na bendita wikipedia. Ela nasceu no Kenya mas tem pais indianos. E se formou na McGill University, Montreal.
Gosto mais da Christiane Amanpour (que foi uma das primeiras que conheci pela TV como sendo da CNN pela cobertura que, quando era pequeno, lembro dela ter feito da primeira guerra do Iraque.)
Eu gosto também do Anderson Cooper. Mas acho que ele é um tanto americano demais para aguentar. Em que sentido? Prefiro os reporteres que não tem muita cara de americano. Nada contra eles, mas é que acho que numa rede como a CNN, que é internacional, pessoas com rosto que lembram descendência estrangeira ajudam a dar um ar mais internacional e, por conseguinte, ter maior audiência. Dai gostar tanto da Zain e do Richard Quest.
E, claro, o melhor de todos para mim é o Larry King e o seu programa. O cara é muito bom!