Chicotinho de mentira
Em julho, o departamento de publicidade da revista me pediu que estrelasse uma campanha publicitária para aquela edição. Achei a idéia bem bobinha, mas topei porque visto a camisa da empresa para a qual trabalho. No caso, despi a camisa e uma maquiadora pintou falsas marcas de chibatada nas minhas costas. Quem viveu aquela época sabe que as marcas registradas da Tiazinha eram um chicotinho, uma máscara, meias de seda e cinta-liga.
Suzana Alves, ao contrário do que sugere a propaganda, foi um prazer de entrevistar. Especialmente se comparada com certas prima-donas com excesso de ego que tive que enfrentar.

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