Mary (*1996 +2007)
Nossa Mary era forte e impositiva como uma poderosa loba. Ao mesmo tempo, mimada como uma criança. Jamais agrediu ninguém, e ficava orgulhosa quando crianças muito pequenas se reuniam ao seu redor acariciando seus pelos curtos. Não latia alto, a não ser quando estava muito, muito feliz.
Morou em São Paulo a maior parte da vida, como um cachorro paulistano: com a melhor ração, mas cercada de carros, sem poder correr livre como seus ancestrais. Hoje eu me lembro das muitas vezes que passeei com ela, sendo puxado por aquela massa de músculos como um esquiador arrastado por uma lancha veloz.
Nos seus últimos anos Mary correu à vontade no grande sítio da Dora, que a adotou. Ali nossa cachorrinha de rímel teve todo o espaço para explorar, andar, fazer novas amizades, desenvolver por completo seus instintos territoriais. Infelizmente uma série de complicações alérgicas fizeram com que ela partisse antes do tempo.
Peço a Deus que acolha sua alma cheia de luz. E agradeço à Dora por ter cuidado dela em seus últimos anos entre nós.
Comentários
ricardo
Que triste que ela se foi, era mesmo uma cachorrinha linda!
Beijos,
Pri (a namorada do Gui)
Também perdi em junho um amigão boxer de o7 anos chamado Twister que eu considerava como um filho.
Se quiser conhece-lo visite o meu orkut.
J.Edgard
Uma coisa me chamou a atenção. Ela realmente tinha 21 anos? Puxa, para um cachorro ela viveu uma vida bastante plena! :)
Quisera os meus vivessem tanto assim.
Em: "Cachorros e pessoas"
http://inquilinosdoalem.blogspot.com/2005/09/cachorros-e-pessoas.html
Grata;
Rita Barriles
Obrigado
d