Cemitério de craques

O aspecto meio mórbido é que para facilitar meu trabalho eu tenho que achar gente que, enfim, já tenha morrido. E na pressa para cumprir prazos às vezes eu acabo ficando frustrado quando o pobre jogador ainda esteja vivo!
Outro cuidado que eu tenho tido é o de não falar só de jogadores do eixo Rio - São Paulo. E também o de não misturar minha paixão futebolística nesse trabalho. O último homenageado, por exemplo (para a edição de dez0embro) foi o corintiano Baltazar, o "Cabecinha de Ouro". O que não é um impulso natural para um palmeirense.
Essa coleção de colunas é outra candidata a, um dia, virar um livro.
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